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| Pareceres escritos geram insegurança nas escolas |
| Suécia | |||
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Em Estocolmo, a nova diretriz tem se mostrado ainda mais difícil de ser seguida principalmente depois que o conselho de educação decidiu criar uma estrutura comum para os pareceres. Ambos o Skolverket (conselho escolar) e Skolinspektionen (Inspeção escolar) criticaram o município de Estocolmo porque os pareceres devem descrever o conhecimento do aluno em relação ao plano pedagógico local. Os deputados Jonas Eklund e Per Olsson (MP) apelaram da decisão do comitê municipal de educação no tribunal regional. Eles ententdem também que a administração educacional em Estocolmo ultrapassou suas funções porque, segundo o órgão representante das escolas de nível primário, são os diretores das escolas que devem decidir o formato dos pareceres. O comitê municipal de educação, por sua vez diz que nunca teve a intenção de passar por cima da autoridade dos diretores na questão dos pareceres. Segundo a instituição, a estrutura comum deve ser vista apenas como um guia. A administração escolar de Estocolmo não sabe dizer ao certo quantos alunos do ensino primário receberam pareceres por escrito. As escolas lidaram com o caso cada uma a sua maneira.
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Pareceres escritos, que "podem" ser semelhantes a notas, passaram a ser obrigatórios a partir desse ano letivo (08-09). Mas isso tem sido mais fácil falar do que fazer - apesar de que a maioria das escolas já vem, através de reuniões e planos de desenvolvimento, comunicando a alunos e pais o andamento dos estudos.