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| Falta de médicos causa longas filas |
| Suécia | |||
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A falta de médicos faz com que as filas de espera para atendimento aumente. Segundo reportagem do DN, mais de 400 pacientes estão na fila mais tempo do que a garantia do serviço de saúde para tratamento (vårdgaranti) estipula, 30 dias. Três meses de espera, segundo a reportagem, é considerado rápido para a região metropolitana de Estocolmo. No entanto, é mostrado que a fila para atendimento a alérgicos pode variar de um hospital a outro. No Karolinska, em Solna, a espera pode ser de oito semanas, enquanto que o Hospital de Danderyd esse tempo passa para 20 semanas assim como no Hospital de Huddinge, com uma fila de espera de 30 semanas. “Trabalhamos duro para diminuir o tempo de espera em Solna como por exemplo abrindo o atendimento em determinados horários. Eu espero que possamos diminuir a fila também em Huddinge, mas eu estou preocupada com a má economia do Karolinska”, declara Olov Andersson chefe de atividades do atendimento a alérgicos do Hospital Karolinska. Para Lars Gottberg, único alergologista do Hospital do Sul (Sös) voltado para adultos, o problema fundamental das longas filas não é exatamente a falta de eficácia mas sim falta de médicos especializados em alergias. Um padrão observado por Gotteberg há alguns anos é que vários alergologistas estão se aposentando mas não estão sendo formados novos especialistas. A falta de alergologistas atinge todo o país, sendo Estocolmo o maior dos problemas. Na região, existem apenas 18 médicos, dos quais muitos se aproximam dos 65 anos enquanto que outros trabalham apenas em tempo parcial. O Hospital de Danderyd, por exemplo, tem apenas um alergologista que trabalha a tempo parcial numa região que engloba 450 mil pessoas. Asma e alergia são casos normais de doenças na Suécia onde 8% a 10% da população é atingida. Várias pesquisas apontam que os casos de asma e alergia tendem a aumentar. No Karolinska em Solna, o atendimento de alérgicos sofreu um aumento de 10% desde 2000.
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Médicos alergologistas estão em falta em Estocolmo. No distrito existem apenas 18 e uma boa parte deles está perto de se aposentar.