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| Malmö em chamas |
| Crimes | |||
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O cenário de Rosengård não está muito diferente do da Grécia. Carros incendiados, jovens arremessando pedras na polícia, tiros e fumaça. Centenas de jovens em onda de protestos ateiam fogo e jogam objetos em carros que passam pelo local. Bombas caseiras e pedras fizeram com que policiais fugissem do local. Toda a ira provém do fechamento de uma mesquita que ficava em um porão. O dono do local decidiu utilizar o porão para outro fim e rescindiu o contrato com a Associação cultural Islâmica no outono, quando eles se mudaram e entregaram as chaves. Em 24 de novembro, o local foi ocupado por alguns jovens e na segunda-feira 15 de dezembro a polícia retirou os jovens do local e colocou segurança para garantir que não retornariam mais. Porém, assim que a polícia encerrou a vigia, os jovens tentaram novamente invadir o local. O dono do imóvel decidiu então colocar containers na entrada do porão e foi o que gerou a “guerra”. Um dos rapazes que usava um lenço palestino cobrindo a metade do rosto foi entrevistado pelo Aftonbladet e afirmou que os motivos do protesto são primeiramente porque os jovens querem sua mesquita de volta e porque a polícia teria agredido um menino de dez anos. Combate a ira Nenhum policial pode ir para casa após o passe noturno e apesar de a força especial da polícia ter sido chamada, não houve progresso para a contenção da ira dos jovens. Com incêndios ateados em postos de gasolina, lixeiras e outros locais, os bombeiros acabaram sendo atacados com fogos de artifícios ao chegarem para apagar o fogo. Por esta razão, a ajuda dos bombeiros não pode ser utilizada em vários locais por motivos de segurança.
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