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O SD, regido por Jimmy Åkesson entra para o governo e torna-se responsável pelo equilíbrio do parlamento.
Com o total de 5,7% dos votos no país, mais ou menos 300 mil votos. É a primeira vez que o partido, de raízes nazistas, se estabelece no parlamento, com 20 cargos.
Nenhum partido declarou que vai cooperar com o SD, porém o Sveriges Demokraterna diz estar aberto a todos os partidos.
Os maiores objetivos do partido é diminuir o fluxo de asilados e imigrantes no país em pelo menos 90% já para o próximo ano.
Os distritos onde o partido teve alto percentual de voto:
Hässleholm: 12,9 Osby: 12,8 Tomelilla: 13,3 Östra Göinge: 13,8 Trelleborg: 13,8 Bjuv: 14,9 Sjöbo: 15,8. Em Brömölla - Skåne 17,8 e
num pequeno vilarejo chamado Örsjö em Skåne 21,3 por cento dos votantes resolveu escolher o partido.
Protesto
Mais de 10 mil pessoas se uniram na praça Sergels Torg, em Estocolmo, para protestar contra a entrada do partido SD no parlamento. Em Gotemburgo eram mais de 4 mil e em Mamlö foram 2 milpessoas.
A iniciativa se deu por iniciativa de uma menina de 17 anos, Felicia Margineanu, moradora de Sollentuna, que criou um grupo no site de relacionamentos Facebook para se unir e demonstrar o desagrado pela eleição do Sveriges Demokraterna.
Segundo a jornalista do Expressen Felícia Felícia teria dito, ao olhar a praça de Estocolmo lotada de pessoas: Eu tenho apenas 17 anos! Olha o que eu fiz!
Os participantes do protesto portavam cartazes com inscrições: Nenhum racista no Parlamento!, Evite deportação de asilados, não ao SD, Sim para a Democracia, além de imagens com a Cruz Suástica cortada.

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