Johan af Donner, chefe de comunicações da Cruz vermelha, foi recrutado por sua incrível habilidade em coletar doações para o fundo do Câncer – Cancerfonden, mas hoje ele é suspeito de ter desviado quase oito milhões de coroas suecas para financiar seus gatos pessoais de sua vida luxuosa.
Segundo a reportagem do Aftonbladet, Donner vivia envolto em dinheiro, sua vestimenta, seus automóveis, residência e lugares onde freqüentava eram exclusivos.
Conseguiu o emprego com diplomas falsos
Depois de ser demitido de alguns empregos nos anos 80, em decorrência de débitos misteriosos ele conseguiu emprego na década seguinte com a ajuda de diplomas e notas escolares falsos na Cruz vermelha, depois trabalhou no Cancerfonden e retornou para a Cruz Vermelha.
Supeita: falcatruas ocorriam há 10 anos
Segundo o jornal Aftonbladet, há registros regulares de saques de 70 a 150 mil coroas da conta da Cruz vermelha e depósitos na conta particular de Donner. Faturamentos de serviços-fantasma
Há faturas que foram pagas pelo Cancerfonden para um amigo de Donner. Serviços estes que jamais haviam acontecido. O mesmo esquema continuou na Cruz Vermelha.
American Express Ouro
Suas contas mensais giram em torno de 30 a 100 mil coroas. Sua filha adulta tem um cartão como dependente (que o pai paga) . Em dois anos ela gastou quase meio milhão de coroas .
Hoje começa o julgamento
Este é o maior crime contra organizações filantrópicas da história da Suécia. Johan af Donner deve mais de 8,1 milhões de coroas.
Entre os gastos de Donner há por exemplo a nota de uma semana no resort 5 estrelas – Zeavola na Tailândia – 83,4 mil coroas.